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Mercado de carbono abre fronteiras para investimento sustentável

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A PL 182/2024, projeto que regulamentou o mercado de crédito de carbono no Brasil, é um marco para o futuro financeiro e sustentável do país. 2024 foi um ano repleto de grandes iniciativas para diminuir o impacto das mudanças climáticas, e essa regulamentação será determinante para o direcionamento de novas práticas mundiais.

O Sistema de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE) já é uma realidade e coloca o Brasil como protagonista de um mercado inovador, que tem como fundamentos não só a preservação da Amazônia e o bem-estar social dos 13% da população brasileira que residem na região, mas também a saúde financeira das empresas que, para seguir existindo, necessitam de um ecossistema saudável, e, consequentemente, do planeta Terra.

Aprovada em novembro de 2024, a PL, que tem como relatora a senadora Leila Barros (PDT-DF), que fez considerações importantes sobre a relevância desse passo, que teve embates, mas manteve seu objetivo central: que sempre foi o de mitigar as emissões de gases de efeito estufa (CO2) para que os eventos climáticos não se tornem ainda mais graves do que já presenciamos.

A senadora também apontou as vantagens para a economia brasileira, como a exportação de produtos nacionais, que serão protegidos de taxas de importação, como, por exemplo, do mecanismo de ajuste de fronteira de carbono (CBAM, sigla em inglês) da União Europeia, de acordo com o portal Agência Senado.

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Sobre o autor Rachel Maia

Rachel Maia é founder e CEO da RM Cia 360 e fundadora do Instituto Capacita-me. Formada em Ciências Contábeis, possui MBA pela FGV, FIA e especialização em Harvard. Atualmente, atua como Conselheira de Administração Independente em grandes empresas

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