O caminho rumo à sustentabilidade é repleto de desafios, desinformação e questões éticas. A onda de greenwashing, greenhushing e greenshifting torna extremamente difícil identificar quais marcas estão, de fato, comprometidas com a sustentabilidade.
O greenwashing, ou “lavagem verde”, consiste na prática de empresas que se apresentam como ecologicamente corretas, mas na verdade utilizam estratégias de marketing enganosas para vender essa imagem.
Já o greenhushing ocorre quando empresas que de fato adotam práticas sustentáveis decidem não divulgá-las, por medo de serem questionadas sobre outras áreas de seus negócios que podem não ser tão sustentáveis.
Por fim, o greenshifting consiste em transferir a responsabilidade pelos impactos ambientais de um produto para o consumidor, como ao incentivar a reciclagem de embalagens que são difíceis de reciclar.

Um estudo da Bain & Co. mostrou que apenas 28% dos consumidores acreditam que as grandes empresas conseguem desenvolver produtos verdadeiramente sustentáveis.
Diante desse baixo nível de confiança, as marcas precisam redobrar seus esforços para oferecer alternativas consideradas confiáveis pelo público. No entanto, apesar das boas intenções, ainda há grandes desafios a serem superados.


