E quem está fazendo isso, na prática?
Positiv.a
Desenvolve produtos de limpeza e cuidados pessoais que são veganos, biodegradáveis e livres de substâncias tóxicas. Além disso, promove a economia circular ao empregar pessoas em situação de vulnerabilidade na logística reversa de embalagens, alinhando-se ao ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis.
AppJusto
Plataforma de delivery que busca relações mais justas e equilibradas para todos os envolvidos no ecossistema de entregas no Brasil. Propõe um modelo mais transparente e participativo, impactando positivamente a vida de entregadores, restaurantes e consumidores, com foco no ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico.
Fundo Agbara
Organização de inovação social que potencializa iniciativas de mulheres negras periféricas por meio de aportes financeiros, capacitações técnicas e assessorias. Seu trabalho contribui para os ODS 1 – Erradicação da Pobreza e ODS 17 – Parcerias e Meios de Implementação.
A força das narrativas construtivas
Além das metas concretas, algo poderoso — em especial para uma comunicadora apaixonada como eu — tem crescido nos bastidores dessa transformação: as narrativas.
A forma como empresas comunicam, se posicionam e escutam tem sido tão determinante quanto os próprios produtos e serviços. Estamos aprendendo, como sociedade, que não adianta apenas falar de problemas: é preciso mostrar caminhos, compartilhar soluções, mobilizar pessoas.
Essa é a base do jornalismo construtivo, das campanhas de engajamento autênticas, dos relatórios de impacto que emocionam. Empresas que contam boas histórias — e vivem essas histórias de dentro para fora — geram valor emocional, criam comunidades e constroem marcas com alma.
O futuro dos negócios é regenerativo, coletivo e humano. Se antes o impacto era o “extra”, hoje ele é o centro. E, quanto antes entendermos isso, mais preparados estaremos para construir organizações com potência de futuro.
Porque não dá pra lucrar destruindo o planeta.
Porque não dá pra escalar sem redistribuir.
Porque crescer às custas da exclusão é um modelo velho, que já não se sustenta mais.
Impacto não é tendência. É reinício!


