O Brasil viveu em 2024 um momento histórico na produção florestal. Dados da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelaram que o plantio de árvores e o manejo do solo geraram mais retorno econômico do que o simples corte das espécies.

Já a extração vegetal, que envolve apenas o corte ou colheita de árvores para uso industrial, cresceu 13%. No total, o setor florestal chegou a R$ 44,3 bilhões, um recorde absoluto e aumento de 16,7% em relação ao ano anterior.
Esse resultado mantém a trajetória que ocorre desde 1998, quando a silvicultura passou a superar o corte em valor econômico. Plantar árvores, recuperar áreas degradadas e cuidar da fertilidade do solo têm se mostrado mais lucrativos do que derrubar a floresta sem reposição.


