Protestos marcam o dia com críticas ao petróleo, agrotóxicos e atrasos nas negociações
Assim como nos outros dias, o clima de mobilização tomou conta da conferência. Pela manhã, movimentos sociais e povos indígenas protestaram dentro da zona azul contra a exploração de petróleo na Amazônia. As faixas pediam o fim das licenças para perfurações, e ativistas lembraram que grandes países concordaram há dois anos em iniciar a eliminação dos combustíveis fósseis.
Na Cúpula dos Povos, que acontece em paralelo ao evento da ONU, uma instalação inflável de 12 metros em formato de garrafa de agrotóxico chamou atenção. A obra criticou os chamados pesticidas altamente perigosos e relacionou o uso dessas substâncias ao agravamento da crise climática.
Houve também um protesto menor pedindo mais recursos internacionais para adaptação climática — tema que o Brasil define como prioridade, mas que enfrenta dificuldades nas negociações.


