O ano de 2025 está perto de entrar para a história como o segundo ou terceiro ano mais quente já registrado, repetindo uma sequência de recordes que tem mostrado, mês após mês, o avanço da crise climática.
Os dados foram divulgados pelo Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S), da União Europeia, na última terça-feira, 9 de dezembro, e chegam logo após a COP30, realizada no mês passado, em que os governos não conseguiram alcançar um novo acordo robusto para reduzir emissões de gases de efeito estufa.

O alerta dos cientistas não é apenas técnico. Ele reforça que as mudanças observadas não acontecem de forma natural ou isolada: decorrem, sobretudo, da queima de combustíveis fósseis, como petróleo, gás e carvão, que libera grandes quantidades de CO₂ e modifica o equilíbrio térmico do planeta.


