E o Brasil?
Embora não figure entre os dez piores países em 2026, o Brasil continua sendo monitorado pela CSI devido a desafios relacionados à proteção dos direitos trabalhistas, negociação coletiva e condições de representação sindical.
O país já integrou o grupo das dez piores nações em edições anteriores do levantamento, especialmente após mudanças na legislação trabalhista ocorridas nos últimos anos. Especialistas apontam que a posição brasileira melhorou em relação aos momentos mais críticos do ranking, o que confere ao país uma vantagem competitiva relativa na América Latina.
Contudo, o mercado interno ainda enfrenta desafios estruturais ligados à informalidade, precarização do trabalho e acesso à justiça trabalhista.


