Causas da paralisação
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Laticínios e Alimentação de São Paulo (Stilasp), a greve foi deflagrada em resposta à decisão da empresa em implementar, sem prévia negociação com os trabalhadores, as jornadas de trabalho 6×1 e 6×2.
Essas novas escalas, que exigem seis dias consecutivos de trabalho com apenas um ou dois dias de descanso, respectivamente, têm gerado grande insatisfação entre os funcionários, que alegam que a sobrecarga de trabalho impacta negativamente sua saúde física e mental, além de comprometer sua vida pessoal e familiar.
O sindicato dos trabalhadores da PepsiCo emitiu uma forte crítica à decisão da empresa de implementar uma jornada de trabalho de seis dias consecutivos, caracterizando-a como uma imposição arbitrária e desconsiderando o bem-estar dos funcionários.
Segundo a representação sindical, a empresa mostrou-se inflexível durante as negociações prévias, ignorando as propostas alternativas apresentadas pelos trabalhadores, que visavam conciliar as demandas da produção com a necessidade de um descanso adequado.
Diante da intransigência da Pepsico, os funcionários foram levados a deflagrar a greve como última alternativa para serem ouvidos e para reivindicar condições de trabalho mais justas.


