Relembre incidentes anteriores
Este foi o quarto episódio envolvendo empresas ligadas ao Pix em menos de três meses. Nos casos anteriores, os danos foram bilionários.
Junho – C&M Software: a companhia sofreu um desfalque estimado em R$ 1 bilhão. As investigações apontaram a participação de um funcionário que teria vendido credenciais internas a criminosos. O caso segue sob apuração da Polícia Civil de São Paulo.
Julho – Sinqia: a empresa registrou perdas de aproximadamente R$ 710 milhões. Uma parte do montante já teria sido recuperada, mas sem detalhes sobre o valor exato.
Agosto – Monbank: a fintech gaúcha foi alvo de criminosos que desviaram R$ 4,9 milhões. Nesse episódio, a falha ocorreu no sistema de TED, e não no Pix. A companhia informou ter conseguido reaver os recursos e acionou a Polícia Federal.
Com esse histórico, a nova tentativa de invasão, mesmo sem causar prejuízos, reforça o alerta de vulnerabilidade no setor.


