Disputa por espaço global alimenta interesse no encontro
A China tem buscado destaque nas negociações internacionais sobre clima e, ao sediar um evento que reúne lideranças econômicas e políticas de vários países, o país tenta ampliar sua influência nas regras e mecanismos financeiros que orientarão investimentos verdes nos próximos anos.
O encontro não se limita ao território chinês. Haverá subeventos no Brasil, na Espanha e no Reino Unido, o que ajuda a expandir o debate para regiões que também estão na rota da transição energética e buscam atrair investimentos.
A programação inclui uma conferência central e sessões paralelas que tratarão de temas como economia marinha, inovação em instrumentos financeiros e novas formas de medir e comercializar emissões, como o mercado de carbono.


