Apagão e falta de água: como a força do vento afetou a infraestrutura
Logo após as rajadas mais intensas, São Paulo amanheceu com mais de 1 milhão de imóveis sem energia elétrica. Árvores foram arrancadas, postes tombaram e fios se romperam em diferentes bairros, o que dificultou os reparos e prolongou o apagão. Diversas estações de tratamento e distribuição de água também ficaram sem eletricidade, o que gerou falhas no abastecimento e prejudicou famílias que já lidavam com a interrupção de serviços básicos.
A queda de energia obrigou comércios a fecharem as portas, interrompeu consultas médicas, suspendeu aulas e dificultou a operação de equipamentos essenciais em pequenas empresas. Parques municipais e estaduais também precisaram fechar temporariamente e só foram reabertos na tarde de quinta-feira, 11 de dezembro, após avaliação de segurança.


