Um estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI), organismo internacional que analisa a economia global e orienta políticas públicas, concluiu que o Bolsa Família não reduz a participação das mulheres no mercado de trabalho, contrariando uma crítica frequente ao programa social brasileiro.

Criado para transferir renda a famílias de baixa renda, o Bolsa Família é hoje o principal programa social do Brasil, atendendo milhões de lares e tendo como foco combater a pobreza e garantir condições básicas, como alimentação, saúde e educação.
Segundo o levantamento do FMI, a menor presença feminina no emprego formal ou informal não ocorre devido ao benefício em si, mas está ligada principalmente à necessidade de cuidar dos filhos e da casa, uma responsabilidade que ainda recai mais sobre as mulheres no país.


