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Greve geral nos transportes da Argentina afeta voos no Brasil e pode causar prejuízo de até R$ 3,1 bilhões

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Perdas equivalem à parte relevante da economia do mês

O levantamento aponta que a paralisação representa cerca de 0,8% de tudo o que seria produzido na Argentina em fevereiro. Isso equivale a mais de 20% da atividade econômica de um dia inteiro, o que ajuda a dimensionar o tamanho do impacto.

Esses valores consideram apenas perdas diretas, ou seja, o que deixou de ser produzido, vendido ou transportado. Parte dessas perdas pode ser recuperada depois, mas nem tudo volta ao normal. Restaurantes, por exemplo, praticamente não conseguem compensar o faturamento perdido, enquanto o comércio recupera apenas uma parte.

Os setores mais afetados são indústria, construção, comércio, educação e saúde, pois muitas dessas atividades dependem da presença de trabalhadores, transporte e circulação de clientes. Quando esses fatores são interrompidos, empresas deixam de produzir e vender. Além disso, paralisações podem aumentar custos, já que algumas empresas precisam reorganizar operações depois.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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