Perdas equivalem à parte relevante da economia do mês
O levantamento aponta que a paralisação representa cerca de 0,8% de tudo o que seria produzido na Argentina em fevereiro. Isso equivale a mais de 20% da atividade econômica de um dia inteiro, o que ajuda a dimensionar o tamanho do impacto.
Esses valores consideram apenas perdas diretas, ou seja, o que deixou de ser produzido, vendido ou transportado. Parte dessas perdas pode ser recuperada depois, mas nem tudo volta ao normal. Restaurantes, por exemplo, praticamente não conseguem compensar o faturamento perdido, enquanto o comércio recupera apenas uma parte.
Os setores mais afetados são indústria, construção, comércio, educação e saúde, pois muitas dessas atividades dependem da presença de trabalhadores, transporte e circulação de clientes. Quando esses fatores são interrompidos, empresas deixam de produzir e vender. Além disso, paralisações podem aumentar custos, já que algumas empresas precisam reorganizar operações depois.


