A economia real não vai mal
Ao analisar o cenário, o especialista em Finanças da FIPECAFI pondera que a perspectiva de desaceleração norte-americana já estava sendo considerada e, agora, parece seguir um rumo mais tranquilo. Além disso, em muitas partes do mundo, as inflações estão sob controle. As big techs (as sete maiores) enfrentarão maior pressão para continuarem entregando bons resultados.

No Brasil, há questões internas, como o equilíbrio fiscal e o controle da inflação, além de reduzir o clima tenso entre o governo e o Banco Central. No entanto, a economia está crescendo e a inflação, embora no limite da meta, está sob controle.
“Em meio à nossa realidade, o Banco Central já vem emitindo sinais de que pode vir a aumentar os juros, o que tem deixado o mercado mais tranquilo frente à mudança próxima no comando da instituição. Isso tem funcionado como um reforço na confiança.
Por outro lado, o início do ciclo de flexibilização monetária nos Estados Unidos tende a dar um impulso à economia brasileira. Resta verificar, contudo, qual será o impacto de uma desaceleração nos EUA”, finaliza.


