Expansão logística e mais empregos
A empresa conta atualmente com 12 centros de distribuição espalhados pelo Brasil e planeja inaugurar mais dois novos centros ainda este ano — os locais ainda não foram divulgados. Além disso, há 140 estações de entrega, que fazem parte da operação conhecida como “última milha”, ou seja, a etapa final da entrega ao cliente.
O maior centro de distribuição da empresa na América Latina, o GRU9, foi inaugurado em fevereiro deste ano, em Cajamar (SP). O local tem uma área equivalente a seis Mercados Municipais de São Paulo e abriga tanto os produtos próprios da Amazon quanto itens de vendedores parceiros que participam do programa Fulfillment by Amazon (FBA), no qual a empresa cuida da logística de envio.
Segundo Sztrajtman, este será o “ano do FBA”, com expansão do programa para mais estados e centros de distribuição. Hoje, o marketplace da Amazon no Brasil conta com 100 mil lojas parceiras, a maioria brasileiras. Essas parcerias já contribuíram para a geração de mais de 170 mil empregos desde 2011, além dos 18 mil colaboradores diretos e indiretos que hoje trabalham para a Amazon no país.
Para dar conta da alta demanda durante o Prime Day, a empresa vai contar com o reforço de 6 mil pessoas temporárias, sendo 1,9 mil apenas no GRU9.
A Amazon também ampliou sua rede de transporte para entregar em todos os municípios brasileiros, sendo que 1,2 mil cidades recebem os pedidos em até dois dias, 400 cidades recebem em até um dia, e em 34 localidades é possível receber no mesmo dia da compra.
Essa melhoria logística é apoiada por uma combinação de rotas rodoviárias e 42 rotas aéreas, o que permite maior capilaridade e agilidade nas entregas — uma exigência crescente dos consumidores no e-commerce.
Atualmente, o site da Amazon no Brasil oferece mais de 150 milhões de produtos. A meta da empresa é aumentar essa variedade ainda em 2024, facilitando o acesso dos clientes a mais itens com entrega rápida. A expansão do portfólio e da capacidade de estocagem está entre as principais metas da presidência de Juliana Sztrajtman.
“Tudo que fazemos é para atender ao que o cliente deseja. O que ele mais quer é encontrar produtos com preço acessível, recebê-los rapidamente e, caso tenha algum problema, ter um atendimento de qualidade”, afirmou Sztrajtman durante o evento. Segundo ela, a empresa é guiada pela chamada “obsessão pelo cliente”, um dos pilares da atuação global da Amazon.


