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E-commerce brasileiro deve faturar R$ 260 bilhões em 2026 com consumidores mais estratégicos

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O E-commerce no Brasil deve alcançar um faturamento aproximado de R$ 260 bilhões em 2026, resultado apontado pelo estudo E-Consumidor 2026, realizado pela plataforma Nuvemshop em parceria com a empresa de pesquisa Opinion Box, que refletem a evolução do comportamento de compra dos consumidores digitais no país.

A projeção está alinhada com estimativas similares da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (ABIACOM), que prevê um crescimento de cerca de 10% no faturamento do setor em relação a 2025, o que colocaria o volume em cerca de R$ 258,4 bilhões em 2026.

E-commerce deve faturar cerca de R$ 260 bilhões em 2026
Segundo o E-Consumidor 2026, as plataformas que reúnem produtos de várias lojas (marketplaces) continuam sendo os espaços mais utilizados para compras online, escolhidos por cerca de 70% dos consumidores | Foto: Reprodução / Canva

A pesquisa aponta que os compradores online brasileiros estão combinando diferentes canais antes de finalizar uma compra, incluindo marketplaces, redes sociais e sites próprios das marcas, o que mostra um panorama mais complexo e estratégico de comportamento.

A relevância dos marketplaces está diretamente ligada a fatores como competitividade de preços, citada por 57% dos entrevistados, e facilidade de navegação e rapidez na finalização da compra, mencionada por 55,3% dos participantes. Esses aspectos influenciam diretamente o momento da compra, especialmente em um ambiente digital cada vez mais disputado.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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