Com a virada do ano, microempreendedores individuais (MEI) e prestadores de serviços que atuam como pessoa jurídica voltam a enfrentar uma decisão recorrente: se e quanto reajustar os preços em 2026. O tema ganha relevância em um cenário de inflação acumulada, custos operacionais pressionados e necessidade de manter a renda real do negócio.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, utilizado como referência oficial de inflação, acumulou variação superior a 4% em 2025. Isso significa que um serviço cobrado por R$ 1.000 no início do ano passou a ter um custo real maior para ser executado, mesmo que o preço final não tenha sido alterado.
Para MEIs e PJs, não reajustar pode representar perda de poder de compra e dificuldade para cobrir despesas básicas do negócio, como aluguel, internet, energia elétrica e insumos.
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