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Jovens querem estabilidade no trabalho, mas priorizam saúde mental

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Salário ainda é prioridade para 64% dos jovens

Quando precisam escolher um emprego, 64% dos jovens apontam o salário como o fator mais importante. Na sequência aparecem benefícios, plano de carreira e um ambiente de trabalho agradável, citados por 31% cada.

Mesmo com a importância da remuneração, a pesquisa mostra que parte significativa dessa geração está disposta a abrir mão de uma parcela dos ganhos para ter uma rotina profissional menos desgastante. Para 62%, vale aceitar um salário menor se o trabalho oferecer melhores condições para a saúde mental.

A percepção também está ligada à forma como os jovens enxergam o futuro profissional. Eles procuram mais estabilidade atualmente, ainda que isso represente menos liberdade e autonomia, com a expectativa de conquistar maior independência financeira nos próximos anos.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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