Humano além de algoritmos: a liderança do futuro
Para Goleman, o futuro da liderança dependerá de combinar visão estratégica com sensibilidade humana. Ele citou estudos que mostram que o envolvimento emocional no trabalho está diretamente ligado ao bem-estar, à motivação e à retenção de talentos. Empresas que cultivam ambientes emocionalmente saudáveis não apenas reduzem o estresse e o burnout, como também impulsionam a criatividade e a inovação.
Ao final de sua palestra, Goleman usou o humor para reforçar seu ponto de vista:
“Prefiro conviver com o Dalai Lama do que com o Elon Musk. O que me atrai nas pessoas não é a condição social, mas a forma como elas se relacionam.”
A mensagem que ficou para o público do RIW 25 é clara: por mais poderosos que se tornem os algoritmos, são as emoções — e a capacidade de entender e conectar-se com os outros — que continuarão definindo o que significa ser humano.


