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Cresce para 5,4 milhões o número de jovens que não estudam ou trabalham

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Diferentes tipos de contratação e a relação com a taxa

Sendo os jovens, 17% da população brasileira, entende-se que somam 34 milhões de pessoas. Contudo, desse total apenas 14 milhões tinham ocupação no primeiro trimestre do ano. E 45% trabalhavam de forma informal, o que corresponde a 6,3 milhões.

“A informalidade tem a ver com o fato dos jovens trabalharem predominantemente em micro e pequenas empresas. Jovens que vão muito cedo para o mercado de trabalho e não vão na condição de aprendizes; na maioria das vezes não têm uma situação de contratação formalizada. Quase sempre eles estão trabalhando como assalariados, sem carteira de trabalho assinada, porque o empregador, por vezes, fica na dúvida se o jovem vai, de fato, desempenhar corretamente as funções, se ele vai gostar do emprego ou não. Então, eles esperam um tempo um pouquinho maior para formalizá-los”, explicou.

Neste levantamento, notaram o aumento da contratação de aprendizes e estagiários. Entre os anos de 2022 e 2024, ocorreu um aumento de 100 mil jovens. Em abril deste ano, já somavam 602 mil. Com relação aos estágios, o crescimento foi de 37%, passando de 642 mil para 877 mil pessoas.

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Sobre o autor Rafaella Ranulfo

Jornalista especializada em assessoria e gestão da comunicação. Pós-graduanda em psicologia positiva, felicidade e bem-estar. Além de suas contribuções online, é autora de dois livros e criadora de conteúdo

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