Combate às fraudes digitais
Para minimizar a probabilidade de fraudes digitais, o Banco Central implementará, a partir de 1º de novembro, mudanças no regulamento do Pix. Entre as principais alterações está a redução dos valores de transferências realizadas por celulares ou computadores não cadastrados no banco.

“As transações não poderão exceder R$ 200, e o limite diário não ultrapassará R$ 1.000. Para liberar transações com valores superiores, o novo dispositivo deverá ser cadastrado pelo cliente no banco desejado”, completa Elder Campi.
Para garantir a segurança das movimentações de recursos nas contas por meio do Pix, o banco estabeleceu algumas regras que deverão ser seguidas pelas instituições financeiras.
“As instituições devem utilizar uma solução de gerenciamento de risco de fraude que contemple as informações de segurança armazenadas no Banco Central e que seja capaz de identificar transações Pix atípicas ou incompatíveis com o perfil do cliente; disponibilizar, em canal eletrônico de acesso amplo aos clientes, informações sobre os cuidados que devem ser adotados para evitar fraudes e, ainda, verificar, pelo menos uma vez a cada seis meses, se seus clientes possuem registros de fraude na base de dados do Banco Central”, ressalta Elder Campi.
Para o especialista, todas essas mudanças trarão mais facilidade e segurança ao cotidiano dos brasileiros.
“Apenas em 2023 foram realizadas quase 42 bilhões de transações via Pix, tornando essa ferramenta o meio de pagamento mais popular do Brasil. Essas novas mudanças não apenas facilitarão a execução de todos esses pagamentos e transferências, mas também oferecerão mais segurança para milhares de clientes que utilizam o Pix”, afirma Elder Campi.


