Especialista em redes sociais explica o que pode acontecer no julgamento e como a liberdade de expressão pode ser mantida
O Supremo Tribunal Federal (STF) agendou para 27 de novembro o julgamento de três ações que poderão moldar o futuro da regulação das redes sociais no Brasil. A discussão central envolve a responsabilidade das plataformas na remoção de conteúdos que disseminam desinformação e discurso de ódio, sem depender de uma ordem judicial prévia – uma questão que tem provocado intenso debate nos últimos anos.

“É necessário que as plataformas tenham uma responsabilidade maior na remoção de conteúdos prejudiciais e não esperem sempre por uma decisão judicial. O tempo de resposta é fundamental para mitigar o impacto da desinformação e proteger a sociedade”, defende o especialista em redes sociais, Antonio Gelfusa Junior.


