Movimento político
Críticos acreditam que a mudança nas políticas da Meta busca aproximar Mark Zuckerberg de Donald Trump. Ava Lee, do Global Witness, sugere que Zuckerberg tenta agradar à futura administração, o que poderia ter efeitos negativos. Kate Klonick, da Universidade de St John, e Donald MacKenzie, da Universidade de Edimburgo, apontam que a gestão das redes sociais se politizou, especialmente após a aquisição do X por Musk.
Apesar das críticas de Trump à Meta, a relação entre ele e Zuckerberg parece ter melhorado, com Zuckerberg jantando com Trump e a Meta contribuindo com US$ 1 milhão (R$ 5.910.000,00) para a posse de Trump. A troca de Nick Clegg por Joel Kaplan, com vínculos ao Partido Republicano, também reforça essa mudança.
Vivian Schiller, do Instituto Aspen, acredita que a Meta adota uma postura política em função do retorno de Trump. A empresa ainda enfrenta processos antitruste, como a acusação da FTC de que a Meta comprou o Instagram e o WhatsApp para eliminar concorrência. MacKenzie e Lina Khan, presidente da FTC, sugerem que as empresas tentam evitar sanções no novo cenário político favorável a Trump.


