Quando se pensa em videogames, é comum que a imagem de competição venha à mente. Em muitos dos jogos mais populares, como Fortnite e Call of Duty, os jogadores são incentivados a superar seus oponentes, buscar poder e alcançar a vitória a qualquer custo. A adrenalina da competição, claro, tem seu espaço consolidado. No entanto, existe outra face dessa indústria que vem ganhando cada vez mais atenção — a colaboração.

Há produtoras de videogames que vêm apostando justamente nessa vertente mais cooperativa e menos individualista. Um exemplo recente é uma produtora europeia que lançou um jogo chamado Split Fiction (Ficção dividida). Nele, dois jogadores precisam unir esforços para resolver enigmas e superar desafios, embarcando juntos em uma aventura que estimula o trabalho em equipe. Desde o seu lançamento, o título conquistou críticas muito positivas e um impressionante sucesso comercial, vendendo quase 1 milhão de cópias nas primeiras 48 horas.
Mais do que boas vendas, Split Fiction também conquistou as audiências das plataformas de streaming. No Twitch, por exemplo, rapidamente se tornou um dos jogos mais assistidos, alimentando comunidades inteiras de fãs e criadores de conteúdo que se identificaram com sua proposta colaborativa.
Não por acaso, este estúdio já tinha experiência em explorar a força do modo cooperativo. Seu jogo anterior, It Takes Two (É preciso dois), que também exige que dois jogadores trabalhem juntos para progredir, vendeu cerca de 20 milhões de cópias e foi coroado como Jogo do Ano na época de seu lançamento.


