A Black Friday volta ao centro das atenções do varejo brasileiro e já ocupa o posto de quinta data mais relevante para o comércio, atrás apenas do Natal, Dia das Mães, Dia das Crianças e Dia dos Pais. O aumento das buscas por ofertas e os sinais de recuperação econômica ajudam a projetar um dos maiores volumes de vendas da série histórica, com setores variados se preparando para um fluxo intenso de consumidores.

Hiper e supermercados devem liderar o faturamento, com estimativa de R$ 1,32 bilhão, impulsionados pela procura por produtos essenciais e por itens para o lar. Logo depois aparece o segmento de eletroeletrônicos e utilidades domésticas, com previsão de R$ 1,24 bilhão, seguido pelo grupo de móveis e eletrodomésticos, que pode atingir R$ 1,15 bilhão.
Já o conjunto formado por livrarias, papelarias, informática e comunicação pode movimentar R$ 360 milhões, puxado por itens buscados tanto para uso pessoal quanto profissional.


