Hospitalidade, economia da experiência e um recorde de vendas mostram como a Copa do Mundo transformou o estádio em uma plataforma de negócios e abriu novas discussões sobre o futuro dos grandes eventos esportivos
Pouco antes do apito inicial para a útima partida da Copa do Mundo de 2026, milhares de torcedores já viviam um roteiro muito diferente daquele que durante décadas definiu a experiência de assistir a um jogo.
Alguns acompanhavam o aquecimento das seleções a poucos metros do gramado. Outros circulavam por lounges exclusivos, participavam de experiências gastronômicas ou encontravam ex-jogadores e celebridades.

A bola ainda nem havia rolado e outra disputa já tinha um vencedor: a economia da experiência. A edição com 48 seleções entrou para a história por ampliar o torneio dentro de campo, mas também por acelerar uma transformação fora dele.
O ingresso deixou de representar apenas o direito de assistir a uma partida. Passou a fazer parte de um ecossistema de experiências que movimentou cifras recordes e reposicionou a hospitalidade como uma das principais frentes de receita do futebol.


