Endividamento cai e inadimplência se mantém estável
No que diz respeito à inadimplência, a pesquisa aponta que este número se manteve estável em 28,8% pelo terceiro mês consecutivo, um patamar ligeiramente inferior ao registrado em agosto de 2023.
No entanto, a proporção de famílias que afirmam não ter condições de pagar as dívidas atrasadas subiu para 12,1%. Para o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares, mesmo com a queda do nível de endividamento, o comprometimento da renda das famílias com o pagamento de dívidas ainda é alto.
“O percentual médio de comprometimento da renda foi de 29,6% em agosto, demonstrando que as famílias estão buscando manter suas finanças sob controle, mas precisam alongar os prazos e lidar com juros altos, o que complica a situação”, considera Tavares.


