IBOV 138.420 +0,82% USD/BRL 5,18 -0,34% EUR/BRL 5,62 +0,11% Bitcoin US$ 61.450 -0,38% Ethereum US$ 1.627 -0,67% Selic 9,75% estável IPCA 12m 3,84% -0,12pp Petróleo Brent US$ 82,40 +1,21%

Geração prateada cresce no trabalho, mas enfrenta desafios

Por

·

Mais trabalho, mas em condições precárias

Embora o número de idosos no mercado de trabalho tenha aumentado, a maior parte deles está em ocupações informais. Em 2024, 53,8% dos trabalhadores com mais de 60 anos não tinham carteira assinada, contra 38,6% da média nacional. Isso significa que mais da metade continua exercendo funções sem contribuição regular para a Previdência, sem direito a férias, 13º salário ou aposentadoria futura.

Essa realidade é explicada pelo perfil das atividades que mais empregam pessoas dessa faixa etária. Os serviços e o comércio concentram 26,7% dos idosos ocupados, em funções como vendedores ambulantes, atendentes e pequenos prestadores de serviço. Em seguida, vêm os operários qualificados, artesãos e mecânicos, que somam 21,2%. Nessas áreas, o vínculo formal é mais raro, e a renda obtida costuma ser instável.

Nas ruas das grandes cidades, não é difícil encontrar exemplos dessa realidade: trabalhadores acima de 60 anos em feiras, pequenas lojas, obras da construção civil ou realizando reparos domésticos. Essas funções, em geral, não oferecem segurança financeira nem garantias trabalhistas, deixando os mais velhos expostos à precarização.

Continuar lendo

Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

Newsletter

As principais notícias de finanças no seu e-mail

Análises de mercado, economia e negócios. Sem spam, cancele quando quiser.

Publicidade
Publicidade