O que isso significa no dia a dia
As variações mostram que a influência no orçamento depende do que cada família compra com mais frequência. Quem costuma consumir muito limão, melão ou pimentão sentiu o aumento no bolso; quem compra mais tomate, pepino, cebola ou arroz teve algum alívio com as quedas. Mudanças de preço assim costumam refletir condições de clima, períodos de safra e a logística até o ponto de venda.
No mercado, uma mesma cesta pode subir ou cair bastante dependendo da combinação de produtos escolhida. Por isso, acompanhar as promoções e comparar preços entre lojas pode fazer diferença no final do mês.
Lista resumida — altas (alimentos)
- Limão: 37,1%;
- Melão: 19,8%;
- Maracujá: 14,2%
- Pimentão: 14,0%
- Banana-d’água: 7,0%
- Cenoura: 6,1%
- Batata-doce: 5,0%
- Melancia: 4,4%
- Abobrinha: 4,3%
- Banana-prata: 3,2%
- Laranja-lima: 3,2%
- Peixe-corvina: 2,8%
- Uva: 2,7%
- Abacaxi: 2,5%
- Abacate: 2,5%
Lista resumida — quedas (alimentos)
- Pepino: -19,1%
- Morango: -19,0%
- Tomate: -17,5%
- Cebola: -8,7%
- Laranja-baía: -8,5%
- Manga: -8,3%
- Peixe-filhote: -7,6%
- Mamão: -7,4%
- Goiaba: -7,3%
- Alho: -6,5%
- Peixe-dourado: -6,0%
- Batata-inglesa: -5,9%
- Peixe-salmão: -3,7%
- Feijão-preto: -3,0%
- Arroz: -2,9%
A lista mostra oscilações entre frutas, hortaliças, raízes, peixes e grãos, e deixa claro que a experiência de cada comprador varia conforme os itens que mais consome.


