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Receita Federal mira empresas no “Falso Simples” com divergências de R$ 475 milhões

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Impacto para as empresas

Especialistas em tributação destacam que a adesão incorreta ao Simples Nacional não é apenas um erro burocrático. Além da possibilidade de autuação, empresas que insistem na prática correm riscos de sanções mais severas e podem enfrentar dificuldades em obter certidões negativas de débito, documento essencial para participar de licitações e firmar contratos com o poder público.

A autorregularização, por outro lado, é vista como uma chance para as empresas corrigirem falhas sem sofrer penalidades maiores. Nesse processo, o contribuinte deve acessar o sistema e-CAC, consultar os débitos e efetuar os pagamentos ou parcelamentos necessários.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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