O estado do Rio de Janeiro vive da atividade turística em diversos nichos — hotéis, bares, restaurantes, guias e transporte. Situações de insegurança elevada e paralisações geram retração da demanda.
Além disso, o setor informal, que emprega uma parcela significativa da sociedade, sofre com jornadas interrompidas. Mesmo que temporariamente, a suspensão ou queda na renda desses trabalhadores afeta o consumo doméstico e o pequeno comércio de bairro, já que o gasto desses grupos costuma ser mais imediato.