As compras realizadas nos últimos meses do ano costumam vir acompanhadas de um sentimento de recompensa. Após um período longo de trabalho, muitas pessoas se sentem autorizadas a gastar mais, aproveitando promoções, vitrines digitais e a facilidade do parcelamento.
O problema é que essa decisão, aparentemente leve em dezembro, costuma cobrar um preço alto logo em janeiro, quando o orçamento já começa pressionado por despesas fixas e compromissos típicos do início do ano.

Quando várias compras parceladas se acumulam, o efeito aparece de forma silenciosa: a renda do mês seguinte já nasce comprometida, reduzindo a margem para lidar com contas básicas, imprevistos ou novos objetivos financeiros.


