Viajar no verão continua sendo um dos principais desejos das famílias brasileiras, mas o aumento do custo de vida e a renda pressionada exigem mais organização para que o passeio não se transforme em dívida. Dados do Ministério do Turismo indicam que o turismo doméstico segue como a principal opção da população, especialmente entre as classes C e D, que priorizam destinos nacionais e viagens mais curtas.
Em períodos de alta temporada, como férias escolares e festas de fim de ano, passagens, hospedagem e alimentação tendem a subir. Segundo levantamentos recorrentes do setor turístico, os preços podem variar de 20% a 40% entre baixa e alta temporada, impacto que pesa diretamente no orçamento familiar.
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