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Mercado reduz previsão de inflação para 2026; veja o que muda nos preços, juros e na economia

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Dólar deve seguir estável nas projeções

No câmbio, as expectativas seguem praticamente inalteradas. O mercado projeta que o dólar feche 2026 cotado a R$ 5,50, valor repetido para 2027. Para 2028, a previsão é de R$ 5,52. O câmbio influencia diretamente a inflação, já que um dólar mais caro tende a encarecer produtos importados e itens ligados ao mercado internacional, como combustíveis.

Outro ponto central do boletim é a taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia e serve de referência para empréstimos, financiamentos e investimentos. Atualmente, a Selic está em 15% ao ano, o nível mais alto desde 2006.

Segundo o mercado, essa taxa deve cair para 12,25% até o fim de 2026, recuar para 10,50% em 2027 e chegar a 9,88% em 2028. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) mantém os juros altos, o objetivo é conter a inflação, tornando o crédito mais caro e estimulando a poupança. Isso reduz o consumo e ajuda a segurar os preços, mas também pode desacelerar a economia.

Já quando a Selic cai, o crédito tende a ficar mais barato, facilitando compras parceladas, investimentos e expansão dos negócios. Por outro lado, juros menores costumam reduzir o controle sobre a inflação, exigindo atenção do Banco Central.

Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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