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Reserva de emergência: entenda a importância de guardar dinheiro

Quanto guardar na reserva de emergência?

Especialistas em finanças pessoais e entidades de educação financeira indicam que a reserva de emergência deve cobrir de três a seis meses das despesas mensais essenciais. Essas despesas incluem moradia, alimentação, transporte, contas básicas e gastos fixos que não podem ser cortados de imediato.

Para uma família que gasta R$ 2.500 por mês com despesas essenciais, o valor mínimo recomendado da reserva seria de R$ 7.500, equivalente a três meses. Para uma proteção mais robusta, o ideal seria alcançar R$ 15.000, correspondente a seis meses de despesas.

No caso de trabalhadores autônomos ou informais, cuja renda tende a ser mais instável, a recomendação costuma se aproximar do teto de seis meses ou até mais, dependendo do nível de segurança da atividade profissional.

A realidade da renda e do orçamento

O IBGE aponta que a renda média mensal do trabalhador brasileiro gira em torno de R$ 3.000, considerando todas as formas de ocupação. Para muitas famílias, guardar valores elevados parece distante da realidade. Por isso, a construção da reserva costuma ser gradual.

Guardar R$ 100 por mês, por exemplo, resulta em R$ 1.200 ao final de um ano. Em três anos, esse valor chega a R$ 3.600, sem considerar rendimentos. Embora não alcance o ideal recomendado, já reduz significativamente a dependência de crédito caro em situações emergenciais.

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