Inadimplência recua, mas ainda atinge quase 30% das famílias
Mesmo com o endividamento em alta, a inadimplência, que representa as famílias com contas em atraso, apresentou queda em janeiro, atingindo 29,3%, o menor nível desde outubro, quando estava em 30,5%. Esse foi o terceiro mês seguido de recuo.
Assim como ocorre com o endividamento, o atraso nos pagamentos é mais frequente entre famílias de menor renda. Nos lares que recebem até três salários mínimos, 38,9% têm contas atrasadas. Já entre aqueles com renda acima de dez salários mínimos, o percentual cai para 14,9%.
O tempo médio de atraso no pagamento ficou em 64,8 dias, e 12,7% das famílias afirmaram que não terão condições de quitar essas dívidas vencidas, o que indica um risco de agravamento do problema para parte da população.


