Países contestam acusações
A proposta gerou forte reação entre governos e blocos econômicos atingidos.
A União Europeia classificou as conclusões americanas como injustificadas e argumentou que já possui legislação própria para proibir produtos associados ao trabalho forçado desde 2024. Autoridades europeias chegaram a considerar a acusação “absurda” diante das medidas já adotadas pelo bloco.
O Reino Unido afirmou que continua comprometido com políticas de combate ao trabalho forçado e demonstrou expectativa de resolver a questão por meio de negociações diplomáticas.
A Índia também destacou avanços regulatórios internos e busca evitar uma escalada das tensões comerciais com os Estados Unidos.
Já a China rejeitou as acusações e defendeu que o tema seja tratado por meio do diálogo entre os governos.


