Novos cortes dependem da inflação
O terceiro corte seguido reforça a avaliação de que o período de juros extremamente elevados pode estar ficando para trás. Ainda assim, o Banco Central deixou claro que as próximas decisões dependerão da evolução da inflação, do comportamento da economia brasileira e das condições do cenário internacional.
Na prática, isso significa que novas reduções podem acontecer nos próximos meses, mas sem um calendário definido. A autoridade monetária indicou que continuará calibrando a taxa básica de acordo com as informações que forem surgindo.
Para quem acompanha apenas o impacto no bolso, a principal mensagem é que o crédito pode ficar mais acessível gradualmente se o ciclo de queda continuar. Mesmo assim, especialistas recomendam cautela antes de assumir novas dívidas, já que os juros cobrados pelos bancos continuam elevados, mesmo após a redução da Selic.


