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Banco Central corta juros para 14,25% ao ano e sinaliza alívio gradual no crédito

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Novos cortes dependem da inflação

O terceiro corte seguido reforça a avaliação de que o período de juros extremamente elevados pode estar ficando para trás. Ainda assim, o Banco Central deixou claro que as próximas decisões dependerão da evolução da inflação, do comportamento da economia brasileira e das condições do cenário internacional.

Na prática, isso significa que novas reduções podem acontecer nos próximos meses, mas sem um calendário definido. A autoridade monetária indicou que continuará calibrando a taxa básica de acordo com as informações que forem surgindo.

Para quem acompanha apenas o impacto no bolso, a principal mensagem é que o crédito pode ficar mais acessível gradualmente se o ciclo de queda continuar. Mesmo assim, especialistas recomendam cautela antes de assumir novas dívidas, já que os juros cobrados pelos bancos continuam elevados, mesmo após a redução da Selic.

Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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