Banco Central prepara novas funções para o Pix
A evolução do sistema não deve parar nas funções que já chegaram aos usuários. O relatório também apresenta temas que estão em estudo para os próximos anos. Entre eles estão novas experiências de pagamento, melhorias no Pix Automático e o desenvolvimento da cobrança híbrida, além da ampliação da integração com outros serviços financeiros.
O Banco Central também estuda iniciativas de interoperabilidade internacional, que podem aumentar a conexão do Pix com sistemas de pagamentos de outros países. O objetivo é manter a ferramenta acompanhando as mudanças no mercado sem abrir mão de características como simplicidade, eficiência, concorrência e segurança.
A trajetória registrada pelo relatório mostra a expansão do Pix desde sua criação. Em 2025, o sistema já reunia 148 milhões de usuários pessoas físicas e 12,8 milhões de empresas, além de mais de 920 milhões de chaves cadastradas.
Com quase 80 bilhões de operações realizadas em apenas um ano, o Pix se consolidou como uma das principais formas de pagamento utilizadas no país. Para os próximos ciclos, o desafio do Banco Central será ampliar as possibilidades de uso enquanto mantém a segurança e o funcionamento do sistema diante do crescimento da quantidade de transações.


