O estudo global do GWI, apoiado pela AG7, mostra que a economia do bem-estar cresce mais de 12% ao ano; apenas no segmento imobiliário, gera US$ 400 bilhões
O Global Wellness Institute (GWI), líder em pesquisa e fontes educacionais para a indústria do bem-estar, divulgou novos dados do estudo “A Economia Global do Bem-Estar: Brasil”, que destaca a performance do setor globalmente. Patrocinada pela AG7, principal incorporadora de wellness building do país com foco em alto luxo, a pesquisa mostra que esse mercado movimentou cerca de US$5,6 trilhões entre 2020 e 2022, sendo que quase US$400 bilhões são referentes ao segmento imobiliário. No período, isso gerou uma Taxa de Crescimento Anual Composta (CAGR) de 12,1%.
Ao todo, mais 10 setores foram medidos pelo levantamento. Dentre eles, estão: Cuidados Pessoais e Beleza; Alimentação Saudável, Nutrição e Perda de Peso; Atividade Física; Turismo de Bem-Estar; Saúde Pública, Prevenção e Medicina Personalizada; Medicina Tradicional e Complementar; Bem-Estar Mental; Spas; Bem-Estar no Local de Trabalho; e Fontes Termais/Minerais.
“O estudo comprova que a economia do bem-estar está crescendo e se diversificando tanto no Brasil quanto no mundo”, destaca Andressa Gulin, médica e Sócia da AG7. “Os dados ressaltam que muitas empresas estão focadas em trazer mais qualidade de vida para as rotinas das pessoas”, completa.
Susie Ellis, presidente e CEO do GWI, reforça esse raciocínio: “Ao disponibilizar essas informações para todos, a AG7 desempenha um papel crucial ao colocar a análise detalhada do GWI nas mãos de investidores, acadêmicos, líderes empresariais e agências governamentais interessadas em compreender o mercado de bem-estar brasileiro e as oportunidades futuras”, afirma.


