Projeções para o futuro
Segundo o estudo, o mercado de bem-estar deve continuar crescendo até 2027. A estimativa é que o setor atinja a marca de US$8,5 trilhões no período em questão, com um CAGR projetado em 8,6%.
No Brasil, a pesquisa também demonstra essa tendência ao revelar o crescimento dos segmentos entre 2020 e 2022 e a classificação atual dos seus valores:
● Cuidados Pessoais & Beleza: #5, +27,2%, US$39 bilhões;
● Alimentação Saudável, Nutrição & Perda de Peso: #6, +16,9%, US$31
bilhões;
● Atividade Física: #15, +11,9%, US$12 bilhões;
● Saúde Pública, Prevenção & Medicina Personalizada: #13, -0,8%, US$7
bilhões;
● Turismo de Bem-Estar: #30, +18,8%, US$3 bilhões;
● Bem-Estar Mental: #11, +15%, US$2,7 bilhões;
● Medicina Tradicional e Complementar: #32, +11%, US$1 bilhão;
● Águas Termais/Minerais: #8, +33,3%, US$810 milhões;
● Spas: #29, +17,2%, US$680 milhões;
● Bem-Estar no Local de Trabalho: #16, +2,4%, US$450 milhões;
● Imóveis de Bem-Estar: #45, +14,9%, US$60 milhões;
● Economia Total do Bem-Estar: #12, +18,2%, US$96 bilhões.
Sobre os números, Gulin ressalta que cada vez mais os brasileiros procuram alternativas saudáveis de estilo de vida. “No seu modo de viver em moradia, por exemplo, observamos que hoje é imprescindível morar em um local que inspira a saúde física e mental, indo além da estrutura de concreto de uma casa ou apartamento. Por isso, diante dessa demanda, as expectativas para a economia wellness não poderiam ser melhores”, conclui a executiva.


