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Entenda como o festival The Town movimenta a economia de São Paulo

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Estrutura grandiosa e projeção cultural

O The Town não é apenas um evento de música, mas uma fábrica de consumo cultural. A “Cidade da Música” ocupa 460 mil m² (equivalente a 70 campos de futebol); tem 16 mil m² de grama sintética, 771 containers, 2.262 m² de painéis de LED, além de 150 km de fios elétricos.

Há ainda palcos como o Skyline, com 546 m² de LED e estrutura de 440 toneladas, The One com 30 telões, São Paulo Square que homenageia arquiteturas históricas, o Factory inspirado em galpões industriais e o Quebrada, que ganha cenografia urban cultural de ocupação periférica. A experiência é aberta e robusta, com gastronomia, brinquedos, iluminação, cenografia e tecnologia integrados no ambiente.

O ciclo econômico do festival

O ciclo de consumo começa na estrutura física e vai até o turismo. A cadeia inclui produção cenográfica, montagem, alimentação, hospedagem, transporte, cultura e segurança. O festival impulsiona toda essa rede, amplia a receita municipal, gera impostos e aquece a economia formal de diversos setores.

A expectativa é que, com a retomada em 2025, a economia de São Paulo novamente receba injeções de recursos que se espalham por toda a cidade, sobretudo na zona sul e arredores de Interlagos.

Sobre o autor Rafaella Ranulfo

Jornalista especializada em assessoria e gestão da comunicação. Pós-graduanda em psicologia positiva, felicidade e bem-estar. Além de suas contribuções online, é autora de dois livros e criadora de conteúdo

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