Ter uma bolsa do modelo Birkin ou uma Kelly, da marca francesa Hermès, é desejo de colecionadores e fashionistas. Mais do que status, esses modelos têm se mostrado ativos de investimento rentáveis.
A Hermès mantém a exclusividade com um sistema rígido de cotas: cada cliente pode comprar no máximo duas bolsas por ano e, para chegar a esse ponto, precisa construir um relacionamento prévio com a marca. Essa escassez ajuda a sustentar a valorização de mercado.
A liquidez é alta no mercado de segunda mão, o que transforma as bolsas em reservas de valor com características raras no consumo de luxo: escassez, durabilidade e prestígio.



