Para quem vive da economia criativa, a melhoria do mercado pode significar redução de custos operacionais, aumento da capacidade de produção e acesso a novos públicos. Um exemplo é o uso de ferramentas de automação para edição de vídeos ou organização de projetos culturais, que pode reduzir horas de trabalho e, consequentemente, despesas indiretas, como energia elétrica e contratação de serviços terceirizados.
Um dos principais alertas do estudo da Deck é a crescente demanda por capacitação. Os entrevistados apontam necessidade de formação em automação de processos, gestão de projetos culturais com uso de inteligência artificial e aplicação prática da tecnologia em áreas criativas específicas.