Polêmicas e críticas à lei
Durante os debates sobre o projeto na Câmara dos Deputados, alguns parlamentares conservadores se mostraram contra a proposta. Eles argumentaram que, sem o celular, os alunos não poderiam gravar vídeos para denunciar supostas tentativas de “doutrinação” por parte dos professores.
Para tentar evitar esse impasse, o deputado Renan Ferreirinha incluiu um trecho na lei permitindo o uso do celular para “garantir direitos fundamentais”. No entanto, essa mudança também gerou críticas.
O grupo Movimento Desconecta, formado por pais que apoiam a proibição dos celulares nas escolas, afirmou que a lei ainda tem falhas e não garante que a regra será realmente cumprida.
Camilla Bruzzi, representante do grupo, disse que permitir algumas exceções pode dar margem para que a proibição seja desrespeitada.
Além disso, os pais defendem que os celulares sejam guardados de forma segura e desligados durante todo o período escolar, para evitar que os alunos tenham acesso aos aparelhos.


