Quem são os mais prejudicados?
Os dados do estudo indicam que pessoas de menor poder aquisitivo sofrem mais com as consequências da precariedade do saneamento. Em 2024, cerca de 65% das internações foram de pessoas pretas ou pardas, evidenciando uma desigualdade racial no acesso à infraestrutura básica de saúde.
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Além disso, crianças de até quatro anos e idosos com mais de 60 anos representam os principais grupos hospitalizados. Entre os menores, a taxa de internação foi três vezes maior que a média geral da população, atingindo 53,7 casos por 10 mil habitantes. Já entre os idosos, a taxa ficou em 23,6, com mais de 80 mil internações no ano.
Os indígenas, apesar de representarem apenas 0,8% do total de internações, têm um dos índices mais altos de incidência: 27,4 casos por 10 mil habitantes. Esse dado reforça a necessidade urgente de políticas públicas voltadas para comunidades mais vulneráveis.


