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Falta de saneamento básico causou 344 mil internações em 2024

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O impacto financeiro e as possíveis soluções

Além da perda de vidas e do sofrimento das famílias, as doenças associadas à falta de saneamento geram um custo elevado para o sistema público de saúde. De acordo com o Instituto Trata Brasil, a expansão da oferta de água potável e do tratamento de esgoto poderia reduzir em até 70% a taxa de internações, gerando uma economia de R$ 43,9 milhões por ano.

Apesar de os dados mostrarem uma leve redução no número de hospitalizações desde 2008, a queda média de 3,6% ao ano ainda é insuficiente para resolver o problema a curto prazo. Investir em saneamento significa não apenas prevenir doenças, mas também melhorar a qualidade de vida da população e reduzir desigualdades sociais.

A universalização do acesso à água tratada e ao esgoto adequado continua sendo um dos maiores desafios do Brasil. Enquanto a solução não chega para todos, milhares de brasileiros seguem enfrentando doenças evitáveis e lutando por um direito fundamental: viver com dignidade e saúde.

Sobre o autor Rafaella Ranulfo

Jornalista especializada em assessoria e gestão da comunicação. Pós-graduanda em psicologia positiva, felicidade e bem-estar. Além de suas contribuções online, é autora de dois livros e criadora de conteúdo

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