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COP30: navios se tornam solução para falta de hotéis em Belém

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Com expectativa de receber cerca de 50 mil pessoas em novembro, a cidade de Belém, no Pará, será palco da COP30 — a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Mas, mesmo antes do início oficial do evento, um impasse já mobiliza autoridades: a falta de hospedagem.

A solução encontrada pelo governo federal foi inusitada, mas prática: navios de cruzeiro atracados no porto da cidade funcionarão como hotéis flutuantes. Nesta semana, foi confirmada a contratação da terceira embarcação.

A contratação dos navios revela os obstáculos logísticos que uma cidade como Belém, com carências históricas de infraestrutura, enfrenta ao sediar um evento global | Foto: Reprodução/Canva cop30
A contratação dos navios revela os obstáculos logísticos que uma cidade como Belém, com carências históricas de infraestrutura, enfrenta ao sediar um evento global | Foto: Reprodução/Canva

O navio da vez é o MSC Lirica, que tem capacidade para acomodar até 2.600 pessoas. Ele se junta aos transatlânticos Costa Diadema, com 4.500 leitos, e MSC Seaview, com 5.000 leitos, ambos já contratados anteriormente. A medida tem o objetivo de complementar a rede hoteleira de Belém, cuja capacidade atual gira em torno de 24 mil leitos — número insuficiente diante da magnitude do evento internacional.

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Sobre o autor Rafaella Ranulfo

Jornalista especializada em assessoria e gestão da comunicação. Pós-graduanda em psicologia positiva, felicidade e bem-estar. Além de suas contribuções online, é autora de dois livros e criadora de conteúdo

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