Entenda o impacto do reajuste
De acordo com o especialista em seguro saúde, Fabiano Benjamin, esse reajuste não impactará de forma negativa na população. “Em grande parte dos aumentos, o mercado recebe de forma negativa. Porém, no mercado da saúde se faz necessário esses reajustes, para que as empresas consigam arcar com os custos”, explica o proprietário da corretora Guarde Seguros.
O aumento dos planos poderá ser o dobro da inflação medida em um ano. Nos 12 meses encerrados em abril, por exemplo, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou acumulado em 3,69%.
Contudo, é importante destacar que além da inflação, é considerado diferentes fatores para o valor final do plano de saúde, como o aumento ou queda da frequência de uso do convênio e os custos dos serviços médicos e utilitários.
“Com relação aos anos anteriores, esse reajuste está abaixo da média”, finaliza o especialista.


