No primeiro dia de seu novo mandato, em 20 de janeiro, o presidente Donald Trump anunciou que os Estados Unidos estavam se retirando da Organização Mundial da Saúde (OMS), rompendo os laços com a agência de saúde pública das Nações Unidas. A retirada formal ocorreu em julho de 2020, durante a pandemia de covid-19.

A ordem executiva assinada nesta segunda-feira, 20 de janeiro, mencionou a “má gestão da pandemia de covid-19 pela organização, que surgiu em Wuhan, China, e outras crises globais de saúde”, além de citar a falha da OMS em adotar reformas urgentes e sua falta de independência diante da influência política inadequada dos seus estados-membros como justificativas para a decisão.
Trump, ao assinar a ordem, comentou com um assessor que a questão era significativa, ressaltando sua decisão de 2020 e afirmando que os Estados Unidos estavam pagando uma quantia excessiva à organização em comparação com outros países.
A ordem também mencionou que a OMS continuava a exigir dos EUA pagamentos considerados injustamente pesados.


